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EXAMES 

Doppler Scan de Carótidas e Vertebrais

 

Doppler é um método de imagem, que utiliza ultrassom

para avaliar em tempo real a anatomia e circulação nas artérias carótidas e vertebrais (que fornecem sangue para o cérebro). Não utiliza radiação. O paciente fica deitado com o pescoço inclinado em direção oposta ao lado que será examinado. Trata-se de um exame não invasivo, com duração em média inferior a 30 minutos.

O médico coloca um gel sobre a pele e em seguida um transdutor (aparelho que emite e detecta ondas sonoras que captam o movimento do sangue nos vasos), com isso são geradas imagens e cores das artérias mostradas no visor do aparelho de ultrassom. Devido a passagem do sangue através da artéria, um som similar aos batimentos cardíacos é ouvido.

Esse exame possibilita ao médico estudar as artérias, analisando irregularidades, tortuosidades, dilatações (aneurismas) e presença de placas de aterosclerose, inferindo assim o grau de obstrução e a característica das placas. Estas placas podem dificultar a chegada de sangue ao cérebro aumentando o risco

de um acidente vascular cerebral.

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Eletroencefalograma / Mapeamento Cerebral

 

O eletroencefalograma é o exame que avalia a atividade elétrica do cérebro. A sua execução é simples, indolor e não traz nenhum risco ao paciente, consiste na

aplicação de eletrodos metálicos no couro cabeludo, fixados por um gel, que captam as correntes elétricas geradas pelos neurônios do cérebro. Nossos neurônios funcionam e se comunicam a base se impulsos elétricos naturalmente gerados, o aparelho capta, amplifica e registra essa atividade, sendo necessário um médico especialista para analisar a frequência, amplitude e aspecto das ondas e concluir se estão dentro da normalidade.

O exame habitualmente é feito com o paciente acordado, em repouso, de olhos

fechados, em casos especiais pode ser solicitado em sono espontâneo, como em

crianças muito novas que não conseguem permanecer paradas muito tempo. Como parte da rotina do exame deve ser feita uma fase de registro com o paciente em hiperventilação, isso é, solicitando que respire forçado por cerca de três minutos, o que aumenta a sensibilidade do teste para detectar anormalidades. Outro método de tornar o exame mais acurado é realizar a chamada foto estimulação, que consiste na exposição do paciente a uma fonte luminosa que pisca de forma intermitente. Mais recentemente foi desenvolvido um programa de computador chamado Mapeamento cerebral que faz analises quantitativas e complexas de toda a atividade elétrica cerebral através de gráficos e tabelas que aumenta a capacidade diagnóstica do exame.

O eletroencefalograma, embora útil em outras condições clínicas, tem sua maior

indicação para os pacientes com diagnóstico estabelecido ou suspeito de epilepsia. Nesse sentido, vem sendo usado desde a década de 1940, ganhando grande popularidade no Brasil a partir de década de 1950.

É importante salientar que uma parcela dos pacientes epilépticos pode apresentar traçado eletroencefalográfico normal no primeiro registro. No entanto, quando vários exames são feitos, em período fora de crises epilépticas (registro Intercrítico). O encontro dessas anormalidades é de fundamental importância. A análise de seu padrão eletrográfico auxilia na classificação do tipo crise epiléptica e consequentemente do tipo de epilepsia, proporcionando, em alguns casos, direcionar a terapêutica e obter dados prognósticos

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Eletroneuromiografia

 

A eletroneuromiografia é um exame complementar que avalia a função dos nervos periféricos, dos músculos e da junção neuro-muscular. De um modo geral, é composto por duas etapas: neurografia e miografia com agulha.


A neurografia, também conhecida como estudo da neurocondução, avalia segmentos de nervos periféricos nos braços, pernas, face ou tronco. É realizada através da aplicação de estímulos elétricos (pequenos choques) e o registro da propagação desses choques pelos nervos é feito pela captação de atividade elétrica em músculos ou nos nervos, sobre a pele.

Já a miografia consiste na introdução de uma agulha em grupos musculares selecionados com o intuito de avaliar a atividade elétrica nesses grupos e detectar possíveis anormalidades em sua inervação ou doenças próprias dos músculos.

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Estudo do Líquor

O exame do líquido cefalorraquidiano é importante método de diagnóstico para as doenças inflamatórias, infecciosas, desmielinizantes e degenerativas do sistema nervoso, tais como cisticercose, meningites, esclerose múltipla, dentre outras patologias. Em nossa clínica realizamos a coleta do material em sistema ambulatorial.

O exame do líquido cefalorraquidiano (LCR) ou líquor vem sendo utilizado como arma diagnóstica desde o final do século XIX, contribuindo, significativamente, para o diagnóstico de patologias neurológicas.

Além do diagnóstico, a análise do LCR permite o estadiamento e o seguimento de processos vasculares, infecciosos, inflamatórios e neoplásicos que acometem, direta ou indiretamente o Sistema Nervoso. O acesso aos espaços que contém o líquor através da punção liquórica não só permite a administração intra-tecal de quimioterápicos, tanto para tratamento de tumores primários ou metastáticos do Sistema Nervoso Central, como para a profilaxia do envolvimento neurológico de tumores sistêmicos, como também possibilita o diagnóstico e tratamento de patologias como o pseudo-tumor cerebral, através da medida da pressão liquórica , e dos efeitos danosos ao Sistema Nervoso Central do excesso de líquor nos casos de hidrocefalia de pressão normal,através do TAP-TESTE.

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Tomografia Computadorizada

 

A tomografia computadorizada é um exame simples, capaz de obter imagens em tons de cinza de “fatias” de partes do corpo ou de órgãos selecionados, que são geradas graças ao processamento por um computador de uma sucessão de imagens de raios X de alta resolução em diversos segmentos sucessivos de partes do corpo ou de órgãos.

O exame baseia-se nos mesmos princípios técnicos que a radiografia tradicional, e na verdade é uma evolução técnica dela, só que usa uma radiação maior e toma imagens fatiadas dos segmentos que examina, as quais o médico superpõe imaginativamente para obter uma visão tridimensional. Em alguns casos há necessidade de se utilizar um contraste injetável, para aumentar a capacidade diagnóstica.

As imagens da tomografia podem ser tomadas em dois planos básicos: o axial

(perpendicular ao maior eixo do corpo) e o coronal (paralelo a sutura coronal do crânio) e permitem reconstruções no plano sagital (paralelo a sutura sagital do crânio) e tridimensionais.

A preparação para o exame é muito simples e consta apenas de cuidados

antialérgicos nos pacientes que forem tomar contraste, jejum de quatro horas antes. Geralmente não é necessário suspender a medicação que o paciente venha usando, mas pacientes diabéticos que estejam tomando o medicamento Glucoformin e que forem usar contraste devem suspendê-lo três dias antes e três dias após o exame.

 

O exame de tomografia computadorizada é totalmente indolor e sem contraindicações e dura cerca de 15 minutos.

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Foto: Márcio Lima

Foto: Márcio Lima

Ecocardiograma Transtorácico com Mapeamento de Fluxo a Cores

 

O Ecocardiograma com Doppler é um método de diagnóstico indolor e não-invasivo usado para avaliar a estrutura e funcionamento do coração baseados no uso de ultrassonografia. Este exame é frequentemente empregado na avaliação dos pacientes com sopro cardíaco, sintoma de palpitação, síncope, falta de ar, dor torácica ou portadores de diversas doenças cardíacas a exemplo de doenças do músculo cardíaco (infarto do miocárdio, miocardiopatias), insuficiência cardíaca, doença das valvas, anomalias congênitas, entre outras patologias.

É realizado também em pacientes que tiveram Acidente Vascular Cerebral, como pesquisa de fonte embriogênica (coágulos no coração que podem provocar AVC).

O Ecocardiograma apresenta imagens estáticas e em movimento do músculo e das valvas cardíacas. Além disso, através do mapeamento de fluxos em cores pela técnica Doppler, podemos identificar a direção e velocidade do fluxo sanguíneo no interior das cavidades cardíacas.

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